Andrea G., de 45 anos, foi condenada a 14 anos de prisão na Alemanha por ter matado quatro de seus recém-nascidos.
O caso veio à tona no ano passado e causou grande comoção no país. Apesar disso, ela também é suspeita de matar outros quatro filhos.
Os corpos dos oito bebês foram encontrados embrulhados em toalhas e sacos de plástico no sótão e na sauna não utilizada de sua casa em Wallenfels, na Baviera, em 2015.
No entanto, ela só foi indiciada pela morte de quatro deles. Outros três estavam em estado tão avançado de decomposição que não foi possível determinar se nasceram vivos. Um outro já nasceu morto.
Diante da análise do caso, a justiça a condenou por homicídio culposo (sem intenção de matar). Seu ex-marido, Johann G., de 55 anos, foi absolvido das acusações de negligência por não ter impedido as mortes.
FAMÍLIA NÃO SUSPEITOU
De acordo com a BBC Brasil, Johann e outros familiares afirmaram que não repararam que Andrea estava grávida em todas as oito vezes. Ela teria constantes flutuações de peso e teria atribuído a produção de leite a hormônios para menopausa. Ela deu à luz desacompanhada.
De acordo com a imprensa, o juiz decidiu que a acusação deveria ser de homicídio culposo, e não doloso (com intenção), como queria a promotoria, alegando que ela não havia matados os bebês em interesse próprio mas para "manter sua família intacta".
PROBLEMAS PSICOLÓGICOS?
Especialistas que a examinaram disseram que ela não demonstrou sofrer de problemas psiocológicos, tampouco era dependente de álcool ou drogas.
Os bebês morreram entre 2003 e 2013. Quando se casaram, Andrea e Johann já tinham dois filhos cada um. Juntos, tiveram mais três filhos. Todos esses estão vivos.
(Com informações da BBC Brasil)
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