A Justiça condenou, em Belém, um homem a 30 anos de prisão por abusar sexualmente da enteada por dois anos.
Segundo a vítima, os abusos iniciaram quando tinha 10 anos de idade e continuaram até os 12 anos, na própria residência.
O acusado recebeu pena de 30 anos de reclusão, em regime fechado, e decretação de prisão preventiva pela juíza Mônica Maciel Soares Fonseca, da 1ª Vara de Crimes contra Crianças e Adolescentes.
O homem respondeu pelos crimes de prática libidinosa com menor de 14 anos, agir de forma continuada e aproveitar-se da relação familiar de padrasto.
Segundo o Ministério Público do Estado do Pará, o crime acontecia quando a mãe estava no trabalho no período da noite e retornava apenas pela manhã.
As violências sexuais aconteciam em diferentes ocasiões.
O PM-PA relatou que o padrasto engrossava o tom da voz para chamá-la para a prática de abusos, o que lhe ocasionava medo.
A vítima também declarou, que em decorrência desses fatos, tentou por duas vezes suicídio.
A revelação dos fatos se deu após a vítima escrever uma carta, em 2019, para a obreira da igreja que frequenta. A partir disso, a obreira procurou a mãe da menina. Ao saber dos abusos, a mãe procurou as autoridades policiais. (g1/pa)
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